Q29

Uma partícula material percorre em movimento uniforme uma trajetória plana e horizontal, conforme figura abaixo. Os eixos coordenados x e y representam um referencial inercial a partir do qual se observa o movimento. As retas t e n são, respectivamente, a tangente e a normal à trajetória no ponto P.

Entre as figuras abaixo, aquela que representa os vetores velocidade (v), aceleração da partícula (a) e resultante das forças (F) sobre a partícula no instante em que ela passa por esse ponto é

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  • schmitz83

    Uma trajetória plana e horizontal não quer dizer que a partícula descreve um movimento retilíneo. Uma mesa, por exemplo, é uma superfície plana e horizontal, e nada impede que uma partícula desenvolva um movimento curvo. A afirmação “trajetória plana e horizontal” é para afirmar que o movimento ocorre em duas dimensões (x,y), apenas.

  • schmitz83

    Entendo que sim. Uma vez que o movimento não é uniforme, haverá uma componente tangencial no mesmo sentido do vetor velocidade (caso a velocidade esteja aumentando). Nesse caso, a aceleração resultante teria a configuração apresentada na alternativa C, da mesma forma que a força.

  • Eng

    me parece que todos esqueceram que no enunciado diz: “uma trajetória plana e horizontal”
    logo, não há aceleração centrípeta.

  • Rubi B

    Partindo do princípio de que o movimento circular é sempre acelerado (existe a aceleração centrípeta dirigida para o centro sempre), um observador que esteja sob o efeito deste movimento vai sentir a (pseudo)força centrífuga, e não a centrípeta, para ele a força atuante é a centrífuga, que está para fora, bem como a respectiva aceleração. Mas esta força só existe para ele que está no referencial não inercial (acelerado). Para o observador de fora (ref. inercial), a centrífuga não existe, e o que ele vê é justamente a ação da centrípeta, que é dirigida para o centro, originando e mantendo o movimento sempre circular. Ainda, neste exercício não há aceleração tangencial, o movimento é linearmente uniforme.

  • Rubi B

    Partindo do princípio de que o movimento circular é sempre acelerado (existe a aceleração centrípeta dirigida para o centro sempre), um observador que esteja sob o efeito deste movimento vai sentir a (pseudo)força centrífuga, e não a centrípeta, para ele a força atuante é a centrífuga, que está para fora, bem como a respectiva aceleração. Mas esta força só existe para ele que está no referencial não inercial (acelerado). Para o observador de fora (ref. inercial), a centrífuga não existe, e o que ele vê é justamente a ação da centrípeta, que é dirigida para o centro, originando e mantendo o movimento sempre circular. Ainda, neste exercício não há aceleração tangencial, o movimento é linearmente uniforme.

  • Eu

    O se não fosse MU seria letra C, resultante do vetor Aceleração tg + A centrípeta… e a força SEMPRE no mesmo sentido da aceleração resultante! Alguém confirma? 

  • Rubi B

    Seria sim, Victor. Para um observador não inercial, ou seja, que estivesse executando o movimento junto com a partícula, a força centrífuga é que seria sentida, e neste caso a resposta seria letra A.

  • Victor Zoch

    Lembrando que a aceleração tangencial é zero (movimento uniforme), logo a aceleração resultante é igual à centrípeta. Agora tenho minhas dúvidas se o referencial fosse não-inercial, creio que a resposta seria a letra A (conceito de aceleração centrífuga).